BILHETEIRA
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Caro (a) Amigo (a),

O Outono Vivo é já um marco cultural dos Açores e da Ilha Terceira em particular. O peso de fazer da cultura uma arte do quotidiano, de fazer do conhecimento uma causa e da partilha um momento, está bem patente na programação que desenvolvemos este ano e que aqui se apresenta.

Não foi fácil durante todos estes treze anos construir-se programas para se dar resposta àquilo que se pretendia. Diversos constrangimentos regionais, nacionais, sobrepuseram-se. Fez-se e fizeram o que se pôde fazer. Alcançamos este ano já a XIII edição deste que é um dos maiores certames culturais dos Açores. Se alcançámos tal número é porque o Outono Vivo tem passado, tem presente e tem futuro.

Há um crescimento visível a cada ano do Outono Vivo. Este nosso Festival Literário conta já com a presença de cerca de 30 grupos editoriais e cerca de 50.000 livros. São números muito significativos e resultado da crescente evolução que a feira do livro tem tido ao longo dos anos.

Nele vemos o que se faz lá fora sem medos nem rodeios de se falar também daquilo que nos marcou e daquilo que fazemos cá dentro. O Outono Vivo é cada vez mais um espaço dedicado à cultura em forma de aprendizagem prática tendo em conta os vários workshops que temos agendados sobre diferentes áreas de atuação.

A partilha de momentos e a troca de conhecimentos por termos presente alguns dos melhores autores, músicos e atores nacionais e locais são o principal mote quando a cada ano começamos a construir, uma vez mais, o Outono Vivo. Se repararem, aproveitamos o máximo de cada personalidade porque a aprendizagem não tem um fim e porque acreditamos num enriquecimento cultural constante.

Para terminar resta-me contar com todos, com aqueles que nos visitam, com aqueles que cá vivem, pois, foi a pensar em tudo que construímos este programa.

Carlos Armando Costa